quarta-feira, 4 de junho de 2008

POEMA - "FELICIDADE REALISTA"-Mário Quintana

A princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos.
Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis.
Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas.
E quanto ao amor? Ah, o amor... não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o que dá ver tanta televisão.
Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista.
Ter um parceiro constante, pode ou não, ser sinônimo de felicidade. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio.
Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade.
Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno.
Olhe para o relógio: hora de acordar.
É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo.
Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça de que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade...

terça-feira, 3 de junho de 2008

YOUTUBE - "Amor Coreano"

Amor Coreano
http://www.youtube.com/watch?v=oLXHtqebx40&mode=related&search=

NOTÍCIA - Preocupação no Nordeste (JN 23.05.2005)

http://jornalnacional.globo.com/Jornalismo/JN/0,,AA967216-3586,00.html

NOTÍCIA - A Praga dos Caramujos (JN 23.05.2005)


REFLEXÃO - "Caso Real de Racismo em Avião"

A seguinte cena aconteceu em um vôo da British Airways entre Johannesburgo (África do Sul) e Londres.

"Uma mulher branca, de aproximadamente 50 anos, chegou ao seu lugar na classe econômica e viu que estava ao lado de um passageiro negro. Visivelmente perturbada, chamou a comissária de bordo."Qual o problema, senhora"?, perguntou a comissária."Não está vendo? - respondeu a senhora - "vocês me colocaram ao lado de um negro. Não posso ficar aqui. Você precisa me dar outra cadeira". "Por favor, acalme-se - disse a aeromoça - "infelizmente, todos os lugares estão ocupados. Porém, vou ver se ainda temos algum disponível". A comissária se afasta e volta alguns minutos depois."Senhora, como eu disse, não há nenhum outro lugar livre na classe econômica. Falei com o comandante e ele confirmou que não temos mais nenhum lugar nem mesmo na classe econômica. Temos apenas um lugar naprimeira classe". E antes que a mulher fizesse algum comentário, a comissária continua:"Veja, é incomum que a nossa companhia permita à um passageiro da classe econômica se assentar na primeira classe. Porém, tendo em vista as circunstâncias, o comandante pensa que seria escandaloso obrigar umpassageiro a viajar ao lado de uma pessoa desagradável". E, dirigindo-se ao senhor negro, a comissária prosseguiu:"Portanto, senhor, caso queira, por favor, pegue a sua bagagem de mão, pois reservamos para o senhor um lugar na primeira classe..."E todos os passageiros próximos, que, estupefatos, assistiam à cena, começaram a aplaudir, alguns de pé."
"O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons." (Martin Luther King).

segunda-feira, 2 de junho de 2008

REFLEXÃO - "Velas Precisam ficar Acesas"

" Quatro velas estavam queimando calmamente. O ambiente estava tão silencioso que podia-se ouvir o diálogo entre elas.
A primeira disse: - Eu sou a PAZ, e apesar da minha luz, as pessoas não conseguem manter-me acesa. Em seguida, a sua chama, devagarinho se apagou totalmente.
A segunda disse: - Eu me chamo FÉ! Infelizmente sou supérflua para as pessoas. Elas não querem saber de Deus, por isso não faz sentido. Ao terminar sua fala, um vento bateu levemente sobre ela, e a chama se apagou.
Baixinho e triste a terceira vela se manifestou: - Eu sou o AMOR! Não tenho mais forças para queimar. As pessoas me deixam de lado porque só conseguem enxergar elas mesmas, esquecem até daqueles que estão à sua volta. E também se apagou.
De repente, chegou uma criança e viu as trÊs velas apagadas...
-Que é isto?Vocês devem ficar ACESAS e queimar até o fim.
então a quarta vela falou: - Não tenhas medo, criança. Enquanto eu estiver acesa, poderemos acender as outras velas.

PAUSA PARA REFLEXÃO:
Quando apagamos as chamas da PAZ, FÉ e AMOR, ainda assim, nem tudo está perdido. Alguma coisa há de ter restado dentro da gente. E isto tem que ser preservado, acima de tudo...
Então a criança pegou a vela da ESPERANÇA e acendeu novamente as que estavam apagadas. Que a vela da ESPERANÇA nunca se apague dentro de você. Ela é a nossa luz no fim do túnel. O caminho da felicidade precisa, antes, ser pavimentado com esperança...
A felicidade nem sempre bate à nossa porta. Para tê-la é preciso uma busca incessante, e ao encontrá-la ter coragem de trazê-la para dentro de nós!
Que a vela do amor, da esperança e da amizade nunca se apague em sua vida!

"Uma vela não perde sua chama ou seu calor acendendo outra chama".

REFLEXÃO - "Quando me amei de verdade"

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato. E, então, pude relaxar.

Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.

Quando me amei de verdade, pude perceber que a minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra as minhas verdades.

Hoje sei que isso tem nome... Autenticidade.

Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.

Hoje sei que isso tem nome... Amadurecimento.

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.

Hoje sei que isso tem nome... Respeito.

Quando me amei de verdade, comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início, minha razão chamou essa atitude de egoísmo.

Hoje sei que isso tem nome... Amor-próprio.

Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão e, com isso, errei muito menos vezes.

Hoje sei que isso tem nome... Humildade.

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia de cada vez.

Hoje sei que isso tem nome... Plenitude.

Quando me amei de verdade, percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.

Hoje sei que isso tem nome.... Saber viver!!!

(Charles Chaplin)